reticências

carregando sonhos

um monte de pontinhos pedindo “Pelo amor de Deus, não me copie, não me cole, não me salve! deixe-me com meus sonhos, minhas vontades próprias! Preciso respirar, não preciso de ‘chip’ ou ‘disco rígido’ algum!

 

só preciso mesmo é de um teclado com letras que eu entenda (na minha nobre ignorância digital), uma máquina fotográfica – que deixe na memória virtual aquilo que meus olhos enxergaram um dia – uma música, um som, algo que ressoe e soe bem aos meus ouvidos, e um papel, um lápis de cor – pra prostitur as palavras nas minhas idéias frustradas ou planatizadas. Eu preciso de idéias, preciso sempre me encontrar fértil e ainda melhor – se eu estiver grávida dessas idéias – me deixem ter meus planos! estes, serão pra sempre os meus únicos frutos e filhos.
deixe-me fazer arte! do jeito que seja… por mais banal que lhe pareça,

 

o meu oxigênio tem um elemento a mais e a minha vida não tem um ponto final


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